08
Mar 09

 

 

     

Fig I:                   Fig I: Grupo de alunos de 10º ano durante a viagem;
Fig II: Representação, concelho de Baiona;
Ontem, realizou-se a visita de estudo á feira medieval em Baiona, Espanha. Foi uma viagem interessante, mas muito cansativa... A turma, estava muito divertida e todos com grandes expectativas em relação ao que iriam ver.
    
Fig III: Local onde tomamos a primeira e ultima refeição do dia;
  
  Fig IV: Vista do local onde os autocarros estacionaram;
Chegamos a Espanha por volta das 11:30h. Os autocarros estavam ligeiramente distanciados da feira, e para não ter-mos de andar com as mochilas e alguns, com as arcas o dia inteiro, tivemos necessidade de levar nas nossas malas, um simples lanche para o "sustento da tarde".
                   
                              Fig V: Imagem representante da feira;
Após uma caminhada, chegamos á feira onde cada aluno tinha o objectivo e o dever de a explorar ao máximo... Como é obvio, vimos muitas personagens representantes da época, vimos as formas de divertimento dos mais novos, e por todo o lado se via barraquinhas com iguarias da época.
                 
             Fig VI: Caravela atracada para museu;
Depois da feira explorada, fomos para mais perto da praia, e visitamos uma caravela. Aqui aproveitamos toda a paisagem azul que rodeava 'o barco' e tiramos bastantes fotografias, para mais tarde serem relembradas entre todos eos colegas da turma.
Depois de mais um museu histórico explorado, o nosso grupo decidiu ir á descoberta do castelo, que é um monumento gigantesco, rodeado por uma paisagem fabulosa...
Figs VII: Imagens representantes do castelo e das muralhas que o rodeavam;

De seguida, e já atrasados para arranjar lugar na primeira fila, fomos ver um confronto entre seis cavaleiros que disputavam a sua pericía, montados em cavalos. Estes animais, também são importantes para a história, pois serviam como meios de transporte, e em épocas de guerras eram eles os suportados e os dominados pelo ser humano...

                         

                                 Fig VIII:Imagem a representar o cavaleiro;

Ao fim de nos ser possível testar a pericía em cima dos animais, já eles antigos, como tínhamos hora marcada, com os professores, tivemos de regressar ao ponto de partida e voltar para os autocarros. Quando chegamos aos autocarros, ainda deu tempo para lancharmos e tirar-mos a ultimas fotografias ao pô-do-sol espanhol...

De regresso a casa, o grupo do 10º ano, continuava divertido e bem-disposto, após todo o cansaço...  

Fig IX: Regresso divertido

Porém, houve quem não resiste-se ao cansado do dia passado, e...

 

     

 

                                        Fim...        

       Textos e imagens da autoria de Adriana Ribeiro

 

publicado por adrianadrica às 17:50

26
Fev 09

 

            Os recursos do subsolo:
 
Fig I: placas tectónicas
A ciência do século XX, revolucionou o conceito sobre as Placas Tectónicas. Este conceito propõe que todos os terramotos, as actividades vulcânicas, e processos de formação (origem/construção) na montanha são causados pelo movimento dos blocos rígidos chamadas placas que compõe a crosta da superfície da Terra. Esta foi a teoria originada a partir da deriva continental e da expansão dos fundos oceânicos.
São vários blocos em que a crosta está dividida. Estes são separados por grandes fendas vulcânicas em permanente actividade no fundo do mar, por onde o magma sobe para a superfície. Assim, vão-se acumulando novos materiais na crosta, o que faz com que o fundo do mar “alargue” e movimente os blocos em diferentes dimensões que foram formados na superfície. Estes ao se movimentarem, as placas chocam entre si provocando alterações no relevo. a cada choque, a placa que apresenta menor viscosidade (mais aquecida) afunda sobre a mais viscosa (menos aquecida). A parte que penetra tem o nome de zona de Subdução.
Segundo a teoria das placas tectónicas, a litosfera movimenta-se sobre a astenosfera. A litosfera por sua vez, é dividida por placas (denominadas por placas tectónicas) e estas deslizam por causa das correntes de convecção no interior da Terra. Tais movimentações permitiram a formação dos continentes a partir da Pangeia, único continente que existiu há 225 milhões de anos atrás, durante Mesocenozóica.
Segundo a teoria da deriva dos continentes, podemos concluir que, há aproximadamente 225 milhões de anos atrás não existiam separação dos continentes, ou seja, havia uma única massa continental, chamada de Pangeia e existia um oceano designado por de Pantalassa.  
Fig II: diagrama de um rift oceânico
A imagem apresentada, representa uma zona de Rift, em que a sua designação é dada pala geologia da crosta terrestre e da litosfera, no qual estão a sofrer uma fractura acompanhada por um afastamento em direcções opostas de proporções vizinhas da superfície terrestre. Em resultado do afastamento destas porções vizinhas, formam-se zonas de abatimento lineares, separadas por falhas, ou seja, zonas de fossa tectónica (graben).
O alargamento da crusta cria condições para que o magma suba, porque o eixo das zonas de rift estão associadas á linha de vulcanismo activo onde as erupções gerem uma nova crusta para compensar o afastamento.
Fig III: constituição da interior da terra
A Terra é constituída, basicamente por três camadas, entre elas, a Crosta, o Manto e o Núcleo.
A crosta, é a camada superficial sólida que circunda a Terra; o manto, é a camada logo abaixo da crosta, e é constituída por vários tipos de rochas que, devido às altas temperaturas, são designadas por magma; o núcleo, corresponde á parte central do planeta e acredita-se que seja formado por metais como o ferro, a temperaturas elevadíssimas.
O material do interior da terra, tem a possibilidade de chegar á superfície, através de erupções vulcânicas e fendas oceânicas. O calor interno do planeta é constantemente gerado pelo decaimento de elementos radioactivos como o urânio, tório e potássio.
Fig IV: extracção mineira
 Em Portugal, podemos encontrar três grandes unidades geomorfológicas, como o Maciço Antigo, as Orlas Mesocenozóicas e as Bacias Sedimentares do Tejo e do Sado. O Maciço Antigo, como o próprio nome indica, é a unidade mais antiga no qual é constituída por granitos e xistos, as Orlas Mesocenozóicas têm como minério predominante o calcário, e as Bacias Sedimentares que rodeiam o rio Tejo e o rio Sado, são compostas por areias e argilas.
Portugal é um pais rico, relativamente á quantidade e diversidade de minérios, nomeadamente as rochas industriais e ornamentais, as águas minerais e de nascente. No entanto, a industria extractiva encontra-se pouco desenvolvida o que leva, a que esta tenha uma importância pouco significativa na economia portuguesa.
Fig V: origem das rochas
As rochas são corpos sólidos formados através da agregação de materiais minerais, podendo tais corpos, em sua formação, serem formados de um tipo ou de vários tipos de minerais. Na verdade, todas as rochas originaram-se em estado ígneo, sob elevadas temperaturas. No exterior da crosta terrestre, as rochas em estado ígneo são ejectadas através dos vulcões. Tal material resfria, formando corpos sólidos de formas variáveis. No entanto, as rochas sofrem processos contínuos de desgaste, através de condições diversas, como as intempéries. O tipo de rocha formado a partir de agentes de desgaste consiste nas chamadas rochas sedimentares.
O desgaste que as rochas originais sofrem as reduz gradualmente em partículas que acabam juntando-se a outros ciclos naturais (são carregadas pelos rios , neste caso fatalmente desembocando nos oceanos , e ainda carregados pelos ventos e chuvas). Através de milhares e milhares de anos, as partículas da rocha original desgastada, tendo sido depositadas sobre o solo  em camadas, vão sendo empurradas para as camadas mais interiores através da constante pressão. Por fim, tais partículas terminam por retornar ao meio onde as rochas encontram-se em estado líquido, fundindo-se novamente, sendo reformuladas e retornando a todo este ciclo descrito.  
                                         Trabalho realizado por Adriana Ribeiro

 

publicado por adrianadrica às 19:28

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